quarta-feira, 21 de março de 2012



  Há algumas semanas eu estava tentando escrever um texto do tipo “como se despedir da melhor amiga” e eu não consegui escrever nada ou nada do que eu realmente queria.
Então em um domingo no meio de conversas soltas alguém me disse ‘Sabe quando vê algo e o seu melhor amigo também, e um olha para cara do outro e começa a rir sem se quer ter dito nada?...’ Pois bem você me veio à cabeça e os nossos inúmeros momentos iguais a esse, e eu percebi uma coisa muito importante.
Eu não estou simplesmente dando tchau para uma amiga que está indo embora para outra cidade, eu estou dando tchau para todos os olhares na mesma direção, para todas as invenções de culinária, para todas as colas no colégio, para todos os trabalhos da faculdade feitos em conjunto mesmo você fazendo um curso e eu outro totalmente diferente, estou dando tchau pra todos os choros e risos, para todos os momentos em desespero que não sabíamos o que fazer, mas a tese duas cabeças pensam melhor que uma sempre nos salvava. Estou dando tchau para todas as baladas, bares e amigos doidos que conhecíamos juntas. Estou dando tchau para todos os grupos de amigos que já freqüentamos, para todas as cervejadas na chácara lima, para todas as cantorias em diversos momentos, para todos os segredos alheios e pessoais. Estou dando tchau para o seu mau humor matinal, para o seu sono da tarde e para a comilança da noite. Estou dando tchau para a nossa caminhada no lago e nosso açaí. Estou dando tchau para os dias de fofoca acompanhado de brigadeiro. Estou dando tchau para muitos outros momentos afinal são 17 anos da mais pura e sincera amizade.
Mas estou dando OI, para o seu sucesso, para a sua coragem, para a sua nova cominhada. Estou dando OI para uma amizade que vai se fortalecer mais ainda com essa pequena distancia. Estou dando OI porque eu sei que mesmo longe nada vai mudar eu ainda serei a pessoa com quem você vai contar em todo os momentos e você ainda será a pessoa com quem eu vou contar em todos os momentos. Alias não somos só amigas somos IRMÃS! TE AMO e te desejo toda a sorte do mundo porque VOCÊ MERECE. Vai com Deus!!!








domingo, 24 de abril de 2011

De um tempo pra cá (tempo esse que eu não sei dizer quanto tempo faz) eu tenho me descoberto um pouco mais madura (não sei se essa é a palavra certa), um pouco mais louca e COM MUITA VONTADE de jogar tudo pro ar e ir em busca de coisas que realmente tenham a minha cara. Estou conseguindo SER MINHA estou ME PERMITINDO. Estou conhecendo pessoas ou falando com pessoas (com quem eu não falava á um tempo) e elas sem querer estão me ‘garimpado’ indireta ou diretamente, fazendo com que eu acabe mostrando um lado que é meu e que nem todos precisam saber, mas acabam descobrindo por um acaso. Porém tem muita gente sabendo de coisas sobre mim que nem eu mesma sabia, se isso é bom ruim? Bom a resposta vai depender do meu momento, da minha vontade, do que eu vou querer praquela hora. Se você vai gostar do que vai ouvir vai da sua vontade de me entender, da sua interpretação, é como dizem: “Eu só sou responsável pelo o que digo, e não pelo que você interpreta.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Felicidade.

Vontade de escrever. Não sei o que, não sei pra que e muito menos o porque. Então eu pessoa muito ‘bem’ resolvida, resolvi nessa terça-feira dia 25/01/2011 justamente um mês depois do natal, colocar o meu amado CD do Jack Johnson pra tocar. Sentei-me em frente ao computador á luz de um abajur artesanal, um litro de água e um pacotinho de chicletes Trident de hortelã. Sem ideia nenhuma, porém com uma louca vontade de escrever sobre tudo e todos ao mesmo tempo. Eis que no meio de conversas no MSN, e telefonemas de novas amizades, descubro o porquê da vontade de escrever. Eu estava mesmo era querendo gritar a FELICIDADE em palavras que não se encaixam, e nem fazem sentido, pelo simples e belo fato de que a felicidade não se deixa ser traduzida ou transmitida por palavras, mas sim por atitudes. Boa Noite!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Amor!


Você sonha com ele o idealiza de uma forma ÚNICA e especialmente bela.
Quando na verdade o amor pode ser tudo e muito mais que tudo. Por amor nós percorremos o mundo conhecendo muitas outras formas de amor.
Quando se ama tudo vira romance, a chuva de simples chuva passa a ser sinônimo de saudade, um dia de sol pode ser um encontro inusitado em uma das muitas curvas da vida. Um simples encontro com os amigos pode ser traduzido como: Demonstração publica de afeto super valorizado...
Um sorriso bobo, as mãos entrelaçadas, abraços sinceros, união sincera, amor sincero. Sincero simplesmente sincero como o AMOR deve ser!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Pra Amar e Por Amar, Você!

Essa amizade que veio de repente, entrou e agora já era! Essa amizade que parece de infância, que não se esvai, que a gente passa tempos sem se falar e quando se fala é sempre do mesmo jeito, com o mesmo sabor de coisa nova e com a mesma delícia de estar perto e fazer parte.
São esses tipos de amizade que cultivo na minha vida. Amizade de gente interessante, gostosa, suave e fácil.
A saudade é inerente - nasci com saudade dela - e eu sempre sofro quando você vai embora... Então, vai embora mais não? Vem e fica pra sempre? Que o meu amor é grande demais e te quer sempre aqui.



Depoimento que uma amiga recebeu. Achei lindo e direto como tem que ser!!!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Lírica

Jornal Folha de Londrina, domingo , 24 de outubro de 2010
Ao pegar o jornal uma pagina cai ao chão e eu leio os seguintes dizeres retirado de um texto belissimo de Celia Musilli  inspirado na crônica  "O amor acaba" de Paulo Mendes Campos.

O amor está sempre acabando, quando tivemos coragem ou fomos covardes para esclarecer, perdoar, fazer o jogo da verdade.

O amor está sempre acabando. Nos bares, nas casas, nas esquinas onde atiramos endereços no châo pisando como se fossem sonhos.
O amor está sempre acabando, no ônibus que chega, no trem que partiu, na briga premeditada, na luta pela sobrevivência, no parque de diversão, no alvo que acertamos, nos erros que cometemos no trânsito e nas avaliações de caráter, nas feridas abertas, nas cicatrizes que ostentamo, nas oficinas onde se constroem máquinas, nos hospitais onde se consertam corações.
O amor está sempre acabando, quando abraçamos as roupas no armário ou colocamos fotos na sala, vestidos sobre os tapetes, lingerie nos trincos, perfume atrás das orelhas, bato, e rímel escorridos no choro, lavagem da almae o quarto limpo, sem flores, sem vasos e sem despedidas.
O amor está sempre acabando. Quando o mimamos com versos, conversas, passeios imaginários. Ou o submetemos a uma suposta racionalidade sem devaneios, na expectativa da duração, pés no chão, filhos e planos cronometrados.
O amor está sempre acabando, quando cai a chuva e quando vem o sol, sob as estrelas, à luz da lua, à beira do abismo, no escuro do cinema, ao redor da cidae iluminada. O amor está sempre acabando, quando fazemos confidências ou guardamos segredos a sete chaves, quando nos expomos inteiros, quando nos preservamos, quando rimos, quando nos vingamos, quando damos as mãos, quando soltamos o corpo num oceano íntimo, onde deixamos fluxos e refluxos, máres de incertezas e a mais confiante das viagens.
O amor está sempre acabando, quando tivemos coragem ou quando fomos covardes para esclarecer, para perdoar, para fazer o jogo da verdade, para blefar nas cartas de despedida, para escamotear a grandeza e preferir a pequena dissolução sem gritos e sem revolta.
Oamor está sempre acabando, quando chamamos a proteção ou vamos de perto aberto, quando usamos escudos ou nos entregamos, quando nos despedimos soltando vagarosamente as mãos, no lugar do gesto que afagou, da carícia suprema, do último olhar quando fechamos a casa porque o amor acabou mas, em algum lugar do planeta, o amor está sempre começando.